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Política

Messias afirma ter respaldo de Lula e defende atuação pública sem vínculos pessoais

Chefe da AGU diz agir com independência técnica e rigor jurídico após relatório da PF questionar decisões sobre casos no STF.

Messias afirma ter respaldo de Lula e defende atuação pública sem vínculos pessoais

O advogado-geral da União, Jorge Messias, afirmou que a atuação pública deve seguir a Constituição e as regras da República, e não relações pessoais. Em nota, ele também disse ter o respaldo de Luiz Inácio Lula da Silva para exercer o cargo com independência técnica e rigor jurídico.

“Questões de Estado devem ser tratadas à altura dos mandamentos constitucionais, com impessoalidade, fundamento técnico e transparência”, declarou Messias. A manifestação ocorreu após a divulgação de um relatório de inteligência da Polícia Federal que questionou a decisão da Advocacia-Geral da União de não apresentar ao Supremo Tribunal Federal recursos solicitados pela corporação.

Os pedidos estavam relacionados a decisões do ministro André Mendonça nos inquéritos sobre o Banco Master e as fraudes no INSS. A AGU confirmou que não adotou as medidas nos termos requeridos pela PF. O órgão afirmou que a decisão foi baseada em análise técnica e jurídica, considerando decisões procedimentais tomadas por Mendonça.

Atuação da AGU

A instituição declarou que não tem competência constitucional ou legal para atuar, da forma pretendida pela corporação, em questões ligadas à persecução penal. Também negou que tenha deixado de agir diante das demandas da Polícia Federal.

Segundo a AGU, Messias procurou interlocução com André Mendonça e com o presidente do STF para tentar encaminhar diretamente ao relator os questionamentos da PF. O órgão citou a atuação do advogado-geral da União como interlocutor perante o tribunal, conforme o art. 35, IV, da Lei nº 14.600/2023.

Ao longo de julho e agosto, representantes da AGU, do Ministério da Justiça e Segurança Pública e da Polícia Federal participaram de diversas reuniões para buscar mecanismos jurídicos adequados às solicitações da corporação. A AGU afirmou que uma intervenção processual nos termos pedidos poderia criar riscos jurídicos e institucionais para as investigações em andamento no STF.

A instituição disse que continuará disponível para auxiliar a Polícia Federal dentro de suas atribuições e buscar soluções pacíficas e dialogadas para eventuais conflitos institucionais.

Texto produzido pela Redação Sinal do Presente com apoio de inteligência artificial a partir de fontes públicas, com revisão editorial. Erros? Fale conosco.

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